Leila e o perfume Sexy 212 - Conto
Leila e o perfume Sexy 212 - Conto
Nada acontece por acaso.
Parece ser só mais um clichê dos livros de auto-ajuda.
Mas Leila, não
entendia assim. Principalmente depois que os olhos deram de cara, com o
comentário feito pelo moço em uma das publicações sobre o amor que ela
havia postado.
Depois de ler o
comentário daquele homem intrigante, a curiosidade dela, foi aguçada
ainda mais, depois que leu os poemas, frases e mensagens que ele
publicava na página dele. O tempo passou e o interesse de ambos ficou
cada vez mais evidente.
Começaram a
trocar mensagens, e de início ele provocou nela sensações que faziam o
corpo dela responder imediatamente, e ter medo.
Logo o
interesse passou a ser desejo entre ambos. Ele desejava ela sem poder
toca-la. E ela queria ser tocada por ele, despido de qualquer pudor.
Certo dia, a
trabalho, ele visitou a cidade que ela morava, e deixou a seguinte
mensagem no celular de Leila: " estou pertinho de você, na sua cidade, e
louco pra te conhecer, mais que isso. QUERO TE LAMBER, QUERO BEIJAR,
QUERO TE MORDER, QUERO TE COMER"
Leila sentiu um
calor invadir o corpo, um frio na barriga, por um minuto fixou sem
saber o que responder. Não imaginava que aquele homens que invadia os
pensamentos dela, que fazia ela sentir vontade de ser tocada sem pudor,
estaria ali, naquele instante a poucos instantes de ter o seu desejo
satisfeito...
Ela sem pensar
mais, e antes que se arrependa, manda a seguinte mensagem para ele: "me
dá o endereço de onde VC vai ficar... As 20h eu estarei aí, quero VC, e
quero hoje"
Ele respondeu a
mensagem passando as informações de onde fica o hotel que estava e no
final disse: "Venha de vestido, e sem calcinha, quero VC como eu quero. E
eu quero VC assim. Eu mando, você obedece, e se for uma boa menina, vai
ter tratamento VIP. Não demora"
Do outro lado da cidade, Leila achou petulante a exigência do moço, e sorriu.
- cachorro...
O dia passou
rápido, e depois de tomar um demorado banho, se maquiou com cuidado,
passou hidratante no corpo, delicadamente hidratou muito bem as pernas,
colocou uma meia calça preta, quando ia colocar a calcinha, lembrou da
mensagem que ele havia mandado e pensou: coloco ou não coloco ? Olhou no
espelho, sorriu e jogou a calcinha, bem pequena, em cima da cama.
Vestiu um vestido preto abaixo do joelho, colado ao corpo, com alças
delicadas, um decote comportado na frente, e as costas praticamente
nua...
Uma sandália
com salto alto, brincos delicados, pareciam pérolas, combinando com o
pingente da Correntinha que usava. E por fim, o toque final, olhou e
escolheu o perfume... Sexy 212 era o nome do perfume que o malandro iria
sentir horas depois, e provocaria nele exatamente o que ela queria que
fosse provocado.
Já eram 20: 25H
quando a recepção do hotel ligou para o quarto que ele estava, e
anunciou que Leila estava subindo. Ele ainda de roupão, e meio
sonolento, levanta e vai ver se o vinho que havia comprado estava em boa
temperatura. Antes que ele pegue as duas taças e coloque na mesinha de
centro, ela bate na porta.
Ele para por um
instante, dá um sorriso, corre até o banheiro, passa a mão nos cabelos,
confere de um lado e do outro o rosto e sai em disparada para atender.
Assim que abre a
porta, o perfume dela invade a sala, antes mesmo que ela lhe abrisse um
sorriso ( de quem não estava decepcionada com o que estava vendo ). Os
dois se olharam por um instante, ela mordeu o lábio inferior, olhou de
canto para o ambiente, e isso foi a deixa para que ele lhe puxasse com
força para dentro, fechando a porta de supetão, apertasse a moça contra a
parede, levasse a mão dele até o rosto dela, e sem dizer uma única
palavra, ele a beijou, com uma intensidade que ela jamais tinha sido
beijada.
Os corpos
pareciam querer entrar um dentro do outro. Ela o abraçava, e sentia as
mãos dele percorrendo as penas dela, subindo pela bunda ( ainda por cima
do vestido ) e indo ao encontro da nuca. Ele puxou de leve os cabelos
dela para trás, beijou o pescoço dela, e mordeu suavemente o queixo de
Leila. ( que já era gemidos e suspiros ).
Ele se afastou
um instante.. olhou-a por mais um momento, e viu a moça corada, suada
tremula... nesse instante, ele segurou os ombros dela, virou ela de
costa e mais uma vez empurrou a moça na parede...
Pegou nas duas mãos dela, e levantou-as deixando a moça com as mãos coladas na parede, para o alto.
Suspirou no ouvido dela: “boa menina, espero que tenha feito o que eu mandei”
Ele pois a
beijar a nuca de Leila até colocar as duas mãos na bunda da moça, virou
as mãos para o lado, na parte exterior das coxas entre a pele e o
vestido, e levantou, um pouco acima da bunda o vestido preto, deixando
ela exposta, nua com a bunda empinada a poucos centímetros do rosto
dele.
Ele sorrio, deu
uma palmada forte na bunda dela, e começou a lambera parte interna da
coxa, subindo até o meio das pernas de Leila... ( ela agora gemia mais
alto, empinava a bunda, para sentir a boca dele, e cada toque da língua
dele no meio das pernas dela )
Ele continuou
chupando lentamente, cada parte daquela região, como se o mais doce
sabor do mundo estivesse ali, a sua disposição, e estava.
Leila cada vez mais tremula, gemia alto, não se importava mais com nada.
Ele levantou,
virou ela de frente pra ele novamente, segurou no decote do vestido
dela, e olhando-a nos olhos, rasgou com uma força feroz. Arrancando um
gritinho abafado, que foi interrompido com mais um ardente beijo.
Ele começou
então a arrancar o vestido de Leila, mas não de modo comum, ele rasgava o
vestido, e ela, nada fazia, estava entregue aquele homem.
Assim que ela
estava apenas de meia calça, e salto alto, ele deixou o roupão que usava
cair, e ficou olhando Leila se deliciar com a imagem do corpo dele a
centímetros de distancia do dela.
Ele se
aproximou, e não foi preciso que ele fizesse nada, ela beijava o peito
dele, e como uma louca abaixou, segurou o pau dele com uma das mãos,
passou a língua de baixo para cima, olhou ele nos olhos e abocanhou...
Engolia,
massageava com as mãos, lambia, passava o pau no rosto, se deliciava,
chupava cada milímetro daquela rola, como um presente que acabara de
receber.
Ambos loucos de
tesão, ele faz ela levantar, mais uma vez vira ela de costas, e sem
dizer nada, segura nas nadegas de Leila abra um pouco e vai enfiando
toda a rola na buceta da mulher, que estava aquela altura do campeonato,
molhada, sedenta, implorando por pau.
Um urro de
prazer, foi ouvido pela vizinhança. Leila gritava, com cada estocada
dele, e ele fodia ela com força, com muita rapidez, sem dó nem piedade,
ainda em pé, do lado da porta de entrada da casa... foderam como dois
animais, e em 5 minutos ela gozou como uma louca com a rola dele ainda
dentro dela e golpeando com força...não demorou e ele gozou, e muito,
jarros inundaram Leila. Assim que recuperaram o fôlego, ele abraçou ela,
beijou no rosto, e disse: Muito prazer: meu nome é Paulo.
Adm: Victor...
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